quinta-feira, 25 de novembro de 2010
A Onda de Violência no Rio de Janeiro
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Velhos e Jovens
Serra: "o ressentido"
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Terra Matris Dei
Nom. Gen. Dat. Ac. Voc. Abl. | mater a mãe matris da mãe matri a mãe( a preposição objeto indireto) matrem a mãe ( a artigo objeto direto) mater ó mãe Matre pela mãe | Matres as mães Matrum das mães Matribus as mães Matres as mães Matres ó mães Matribus pelas mães |
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
A Deturpação da Educação nos EUA
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Opinião de Plínio de Arruda sobre Marina Silva
Corrobora a visão deste humilde blogueiro em artigo publicado dia 31/07/2010, neste blog e intitulado: O quer o PV de Marina.
sábado, 7 de agosto de 2010
Apaes e instituições especializadas recebem R$ 293 milhões em 2010
O repasse de recursos destinados a melhorar as condições das instituições especializadas em alunos com deficiência aumentou nos últimos anos. O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) passou a contar em dobro as matrículas das pessoas com deficiência que estudam em dois turnos, sendo um na escola regular e outro em instituições de atendimento educacional especializado.
Isso significa que as instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos – como as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) – que oferecem atendimento educacional especializado para alunos matriculados nas classes comuns do ensino regular também recebem recursos do Fundeb. O antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef) não destinava verba para essas instituições.
Este ano, o valor total repassado por meio do Fundeb ao atendimento educacional especializado em instituições privadas será de R$ 293.241.435,86. Em 2009, foram encaminhados R$ 282.271.920,02. O número de matrículas atuais nessas unidades conveniadas é de 126.895.
Além disso, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) envia recursos às instituições filantrópicas para merenda, livro e aqueles originários do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Nos últimos três anos, foram repassados R$ 53.641.014,94, destinados a essas ações.
Hoje, a rede pública contempla 454.927 matrículas de estudantes com deficiência. Mais alunos da educação especial estão em classes comuns do ensino regular em relação a 2003, quando havia 145.141 matrículas. Dados do Censo Escolar da Educação Básica de 2009 já apontam 387.031 estudantes incluídos.
O crescimento na quantidade de estudantes com deficiência que estudam em classes regulares é resultado da política do Ministério da Educação a favor da inclusão. Apoio técnico e financeiro do MEC permite ações como a adequação de prédios escolares para a acessibilidade, a formação continuada de professores da educação especial e a implantação de salas de recursos multifuncionais. Estas salas foram implantadas em 24.301 escolas públicas, de 2005 a 2010, em 83% dos municípios e 41% das escolas com matrícula de alunos que são público alvo da educação especial.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Toma lá dá cá!
"Tenho o prazer e a honra de convidar digno primeiro-ministro para primeira apresentação de minha peça Pigmaleão. Venha e traga um amigo, se tiver."
Bernard Shaw
Resposta de Churchill:
"Agradeço ilustre escritor honroso convite... Infelizmente não poderei comparecer primeira apresentação. Irei à segunda, se houver."
Winston Churchill
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Salve a Dor-de-Cotovelo
sábado, 31 de julho de 2010
O que quer o PV de Marina
O Partido Verde sempre foi uma incógnita na política brasileira. Uma agremiação com bandeira de luta, porém sem substrato ideológico. Equivale a dizer que o partido sabe o que quer, mas não tem a receita de como fazer.
Fundado em 1986, o PV inclui em seu programa pontos como o Parlamentarismo, a Democracia Participativa, a Reforma Agrária e a Reforma do Estado Brasileiro. Porém, evita identificação com as teses clássicas da esquerda ou da direita. Incluí conceitos pouco claros como “Economia Verde” e “Ecodesenvolvimento”.
O capitalismo cria necessidades de consumo, isto é fato. Não que um mundo socialista fosse menos “hightec”, menos “digital”, menos inovador que o atual. Mas as premissas de competição de mercado, de manutenção de grandes corporações provocam o lançamento de produtos no mínimo redundantes. Vejamos. Tenho um amigo que possui um nootebook, um computador portátil e móvel. Através dele, ele se conecta a internet, escuta música onde estiver, armazena informações. Este mesmo amigo adquiriu um aparelho celular de terceira geração e, com ele, se conecta a internet, escuta música, armazena informações, com o único diferencial de realizar ligações telefônicas.
Estas novas necessidades de consumo, criadas pelo interesse das grandes corporações sujeitas à intensa competição, impulsionam um crescimento industrial desmedido. Tal crescimento requer insumos das mais diversas origens: animal, vegetal, mineral e devolve ao meio ambiente a poluição através da fumaça das longas chaminés, dos dejetos que correm água abaixo, do lixo que como matéria ocupa espaço. Isto tudo resulta em esgotamento de recursos naturais e em agressão ao meio ambiente.
Somente uma nova ordem mundial pode assegurar uma preocupação ecológica verdadeira. Uma nova ordem solidária. E isto é característica do Socialismo. O Capitalismo, através de uma ordem competitiva, espalhou desigualdades pelo mundo, asseverou o conceito de fronteira e esgotou os recursos naturais deste planeta de forma nunca vista outrora.
Retomemos a pergunta, após necessária digressão: o que quer o PV de Marina Silva? Será que é possível defender o meio ambiente sem lutar por uma nova ordem mundial? A causa é nobre, o método inexiste. Que pese a favor dos verdes a trajetória de Marina Silva, enquanto voz da Amazônia, companheira de Chico Mendes. Mas, é no mínimo especioso, reduzir a discussão do Meio Ambiente a algumas ações isoladas.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Entrevista para estudantes!
Entrevistado: José de Rezende Costa Neto
Presidente Do Conselho Tutelar de Tupaciguara
Quais os principais problemas causados pelas drogas em Tupaciguara?
Resp: Sem dúvida, o maior problema que a Droga acarreta em nossa sociedade é o aumento da violência. Isto porque, a droga não só dana a saúde do usuário, como também, deturpa o caráter de seu dependente.
Quais as ações existentes em Tupaciguara para combater o uso de drogas?
Resp: As ações ainda são poucas, incipientes e desarticuladas.
O combate ao uso de entorpecentes passa primeiro pela repressão ao tráfico de drogas que, ainda, não é inteiramente eficaz graças a pouca capacidade investigativa da polícia e à própria corrupção existente no meio policial.
Entre as iniciativas existentes em Tupaciguara, destacaria os grupos de apoio: “Narcóticos Anônimos” voltado a ajudar o próprio adicto; “NAARANON”, voltado a auxiliar a família de dependentes; e o grupo “Amor Exigente” voltado ao apoio familiar.
Há que se salientar, a ausência do Poder Público Municipal no combate às drogas. Apenas no ano de 2007, foi criado por força de lei o COMAD – Conselho Municipal Anti-Drogas- que, embora existente no papel, não exerce a relevante função que deveria prestar à sociedade de articular e coordenar as ações de combate ao uso de entorpecentes e até mesmo denunciar as omissões do Poder Público. Isto ocorre dado a extrema cooptação das iniciativas da sociedade pela Administração Municipal.
Quais os crimes mais comuns ocasionados pelo uso de droga?
Resp: São vários. Como já disse anteriormente, a droga deturpa o caráter do usuário. Isto que dizer, que sob o efeito dela, ou sob a abstinência dela, o dependente pode matar, roubar, prostituir-se.
Os crimes mais cediços são aqueles que proporcionam a manutenção do vício, ou seja, que financia a compra do entorpecente, como, por exemplo, o furto a residências.
O que tem sido feito em Tupaciguara para ajudar a prevenir o uso de drogas?
Resp: Mais uma vez esbarramos na omissão dos poderes públicos, que deveriam encarar o problema das drogas como uma verdadeira “epidemia social”. Precisamos de campanhas de prevenção às drogas do mesmo alcance e dimensão das campanhas de prevenção à Dengue e à AIDS.
As iniciativas são isoladas. A escola é uma instituição que tem feito este papel de prevenir. As instituições religiosas prestam-se a este a trabalho.
Precisamos de campanhas publicitárias agressivas como aquelas contra o tabagismo, que mostram doentes em fase terminal, vidas arruinadas.
Aqui existem casos de morte causados pelo consumo de entorpecentes?
Resp: Diretamente causado, como as overdoses, desconheço. Mas mortes indiretas, causadas pela violência advinda das drogas, ou pelo uso prolongado das mesmas, pululam casos assim.
A que se deve o aumento de usuários de drogas em Tupaciguara?
Resp: As drogas recrutam novos usuários entre adolescentes e jovens de nossa cidade. São várias as causas.
Entre os mais pobres, as maiores vítimas das drogas, destacaria, mormente, a falta de estímulos positivos, como a inclusão em projetos sociais, esporte, lazer. A exclusão social é o maior fator, aliado a uma falta de estrutura familiar. E, neste grupo, prevalece o uso de “crack”, um subproduto da cocaína que causa dependência em um lapso de tempo muito rápido.
Se permitem-me uma metáfora, o adolescente é um ser que vive em bandos. É a turma do Fulano, a turma do Beltrano... ; cada uma destas reuniões de adolescentes estabelece padrões de comportamento aos membros. Então pela influência de um amigo, e para ser socialmente aceito naquele grupo o adolescente passa a assumir aqueles comportamentos estabelecidos como padrão; infelizmente, em alguns, usar drogas é um hábito estimulado.
Que medidas são adotadas, aqui, para ajudar os adolescentes que usam drogas?
Resp: Esta é a nossa maior dificuldade. É muito difícil encontrar clínicas para tratamento de dependentes menores de idade. A Secretaria Municipal de Saúde não mantém convênio com nenhuma instituição de recuperação de toxicômanos.
As poucas clínicas, que existem, exigem que seja da vontade do usuário o tratamento. O que na minha visão é um erro. Já que a droga é uma doença e a maioria das vezes o enfermo recusa tratamento.
Alguns casos, ainda, conseguimos enviar para clínicas. Outros encaminhamos para grupos de apoio e tratamento pscológico.